| "Acordo de Durban" pretende reduzir emissão de gases |
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| Escrito por Ricardo Sousa |
| Terça, 13 Dezembro 2011 13:44 |
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"Acordo de Durban" pretende reduzir emissão de gases
Os 194 países chegaram este fim-de-semana finalmente a acordo sobre um programa para definir um novo rumo para combater as alterações climáticas nas próximas décadas. Reunidos em Durban, África do Sul, na 17ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas Contra as Alterações Climáticas (UNFCCC), os países chegaram a acordo para todos terem o mesmo regime legal e reforçar o seu compromisso para controlar a emissão de gases de estufa. O compromisso deverá entrar em vigor em 2020. O pacto foi conseguido graças aos países desenvolvidos e em vias de desenvolvimento para obtenção de acordo. “Isto não teria sido alcançado se os países desenvolvidos tivessem posto o seu interesse em primeiro lugar, não teria passado se os países em desenvolvimento tivessem esquecido o espírito de que todos temos responsabilidades comuns, ainda que diferenciadas” na luta contra as alterações climáticas, destacou, citada pela Lusa a presidente da Conferência sobre as Alterações Climáticas (COP17), a ministra sul-africana das Relações Exteriores e Cooperação, Maité Nkoana-Mashabane.
O pacote inclui ainda o estabelecimento do Fundo Verde para o Clima acordado em Cancún, México, para ajudar os países em desenvolvimento a fazer face aos danos das alterações climáticas. Não tardou e o “Acordo de Durban” já está a ser felicitado pelos vários países, como sendo um “momento histórico” na luta contra as alterações climáticas, através da redução da emissão dos gases. |



O acordo foi alcançado após a resistência da Índia e da China, e de longas horas de negociação, que levaram a apelos da União Europeia, Estados Unidos, Brasil e África do Sul. Mas foi aprovado os documentos que farão parte do Pacote de Durban, que incluem o segundo período de vigência do Protocolo de Quioto até 2012, o relatório do grupo de trabalho de cooperação de longo prazo (AWG-LCA), o Fundo Climático Verde e a Plataforma de Durban.